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Resumo

A gestora descreve um ambiente macroeconômico mais positivo no Brasil, com crescimento do PIB, retomada da construção civil e queda de juros favorecendo empresas com alavancagem operacional ou financeira. Também observa maior apetite a risco, volta de IPOs, crescimento do crédito e volumes recordes de negociação na B3. No quarto trimestre, o Leblon Ações rendeu 13,7%, ante 10,4% do Ibovespa. No ano, o fundo fechou com 40,5%, contra 31,6% do índice.

No quarto trimestre, a carteira recebeu três novas posições: Azul, com 2,1%; Log, com 1,1%; e Lopes, com 1,8%. A gestora também aumentou as posições em Gerdau, Unidas, BR Properties, BR Malls e CCR. Entre as dez maiores posições estavam Petrobras, Gerdau, Banco do Brasil, Light, Unidas, Suzano, B3, BR Properties, BRF e Natura. A exposição cambial indireta representava 28% do fundo.

A gestora mantém uma filosofia bottom-up e destaca teses beneficiadas pela retomada econômica, pela redução da ociosidade e pela queda de juros. Para a B3, projeta crescimento anual de receita de 11% entre 2019 e 2025, expansão de cinco pontos percentuais da margem EBITDA e potencial de valorização superior a 30%. Em Gerdau, entende que o aumento de 12% no preço do aço estava sendo absorvido pelo mercado, enquanto a Mills se beneficiaria da retomada dos investimentos em infraestrutura e construção civil. Também mantém perspectiva positiva para Springs, apoiada por marcas líderes, vendas fortes nos canais próprios e digitais e redução das despesas financeiras.

No perfil de risco apresentado, 14% da carteira estava em estatais com tese de melhoria de governança, 53% em empresas com alavancagem operacional ou financeira e 33% em líderes de alta qualidade com crescimento de longo prazo. As opções de venda do Ibovespa usadas como seguro custaram 0,6% no trimestre e 1,1% no ano. A BRF teve contribuição negativa após notícias sobre peste suína na Ásia, embora a gestora não tenha identificado alteração nos fundamentos. Na B3, houve redução da presença estrangeira, mas investidores locais absorveram a oferta e mantiveram os volumes de negociação em patamares recordes.

Visao macro
  • A gestora descreve uma melhoria generalizada do ambiente macroeconômico brasileiro, que beneficia empresas expostas à retomada econômica e à maior utilização de capacidade.

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  • Construção civil

    O crescimento do PIB e da construção civil favorece a Gerdau, enquanto a retomada dos investimentos em infraestrutura e construção beneficia diretamente a Mills.

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  • Queda de juros

    A queda de juros e a retomada econômica são vetores para empresas com alavancagem operacional ou financeira, que representavam 53% da carteira.

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  • Mercado de capitais

    Os negócios da B3 se beneficiam da perspectiva econômica, do apetite a risco, da volta de IPOs e do crescimento do crédito; mesmo com menor presença estrangeira, investidores locais mantiveram os volumes de negociação em patamares recordes.

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Teses de investimento
  • A gestora adota uma filosofia bottom-up, baseada principalmente na análise das empresas, e procura participar das companhias em que investe.

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  • Tese da B3

    A B3 é descrita como um negócio de escala, alta geração de caixa e retorno sobre o capital investido, com receitas diversificadas entre renda variável, derivativos, balcão e infraestrutura, além de tecnologia e serviços.

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  • Valuation da B3

    Para 2019-2025, a gestora projeta crescimento anual de receita de 11% e expansão de cinco pontos percentuais da margem EBITDA da B3, resultando em potencial de valorização superior a 30% e dividend yield estimado entre 3% e 4% ao ano.

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  • Tese da Gerdau

    A gestora entende que o aumento de 12% no preço do aço anunciado pela Gerdau estava funcionando no mercado, elevando a utilização de capacidade e a lucratividade do negócio.

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  • Tese da Mills

    A Mills se beneficia da redução da ociosidade dos equipamentos alugados, do aumento da lucratividade e da retomada dos investimentos em infraestrutura e construção civil.

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  • Unidas e Light

    A Unidas captou quase R$ 800 milhões, reduziu alavancagem, pagou dívida e ampliou o free float e a liquidez; na Light, a tese inclui foco do novo management no combate a perdas e custos, além da vitória na disputa de PIS/COFINS.

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  • Tese da Petrobras

    A Petrobras se beneficiou da alta do petróleo e da solução da cessão onerosa, além de adquirir com investidores chineses uma área de baixo custo no pré-sal, o que permitiria desinvestir em áreas de maior custo e elevar margens futuras.

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  • Natura e Santos

    Na Natura, a tese inclui a compra da Avon, sinergias da Body Shop, crescimento da Aesop e ganhos de produtividade das revendedoras; na Santos Brasil, a gestora destacou o aumento significativo da utilização da capacidade portuária.

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  • Perspectiva da Springs

    A gestora tem perspectiva positiva para a Springs, apoiada por marcas líderes, vendas fortes no e-commerce e nas lojas próprias e redução das despesas financeiras com a queda dos juros, permitindo desalavancagem mais rápida.

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Riscos
  • O perfil de risco informado inclui exposição a estatais com tese de melhoria de governança e a empresas com alavancagem operacional ou financeira ligada à queda de juros e à retomada econômica.

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  • Seguro de puts

    O seguro comprado por meio de opções de venda do Ibovespa teve custo de 0,6% no quarto trimestre e de 1,1% no ano.

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  • Notícias sobre BRF

    A BRF teve contribuição negativa de 0,4% no trimestre após notícias sobre peste suína na Ásia, mas a gestora afirmou que não houve alteração nos fundamentos.

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  • Capital estrangeiro

    A gestora reconhece a redução da presença de investidores estrangeiros na B3, embora investidores locais tenham absorvido a oferta e mantido os volumes em patamares recordes.

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Mudancas de portfolio
  • No quarto trimestre, a gestora adicionou três novas posições e aumentou outras cinco posições da carteira.

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  • Novas posições

    As novas posições foram Azul, com 2,1% da carteira, Log, com 1,1%, e Lopes, com 1,8%.

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  • Posições aumentadas

    A gestora aumentou as posições em Gerdau, Unidas, BR Properties, BR Malls e CCR.

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  • Perfil da carteira

    A carteira tinha 14% em estatais com tese de melhoria de governança, 53% em empresas com alavancagem operacional ou financeira e 33% em líderes de alta qualidade com crescimento de longo prazo.

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  • Divisão setorial

    A divisão setorial era de 23% em Logística/Infraestrutura, 20% em Commodities, 14% em Consumo, 12% em Financeiro, 12% em Imobiliário, 7% em Varejo, 6% em Energia, 5% em Aeroespacial e 2% em Educação.

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  • Maiores posições

    As dez maiores posições eram Petrobras, Gerdau, Banco do Brasil, Light, Unidas, Suzano, B3, BR Properties, BRF e Natura, e a exposição cambial indireta representava 28% do fundo.

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Resumo gerado por modelo, sem fonte propria. Cada afirmacao acima aponta para a pagina, o minuto ou o trecho de origem na publicacao oficial da gestora.